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O mercado brasileiro entra na era do ecologicamente correto. A Carbono Química une forças com a BioSynt Biocombustível e lança uma linha de lubrificantes ecológicos inédita no País, 100% biodegradável e limpa. A nova linha de produtos foi anunciada, no último dia 9, na sede no Sindicato Interestadual do Comércio de Lubrificantes (Sindilub), em São Paulo e reuniu os 12 maiores revendedores atacadistas do setor no país, que movimentam cerca de 45% do mercado de lubrificantes. No encontro - que contou com as presenças da presidente da Carbono Química, Vera Gabriel, do diretor superintendente Washington Yamaga e do presidente da BioSynt, José Domingos Polvere - foi comunicado que dois dos 11 produtos da linha de lubrificantes de base vegetal chegarão ao mercado em meados de agosto. "Decidimos anunciar a novidade diretamente aos principais atacadistas do país para aferir a receptividade dos lubrificantes vegetais. A resposta da cadeia de distribuição foi surpreendente", lembra Vera Gabriel. Segundo a presidente da Carbono Química, os lançamentos representam uma alternativa ecologicamente correta frente aos lubrificantes sintéticos e minerais, com aplicação restrita e altamente agressiva ao meio ambiente. "Os novos lubrificantes garantem a indústria mundial uma alternativa sem precedentes do uso de fontes renováveis, já que são produtos únicos e 100% ecológicos, cujo uso não gera resíduos ou emissão de gases com impacto ao meio ambiente", completa José Domingos Polvere, da BioSynt. Os primeiros produtos a serem comercializados são o Super 100, óleo desengripante destinado a parafusos, porcas e mecanismos emperrados, além de eletrodomésticos e eletrônicos, e a graxa vegetal Biograx V1, com alto poder de lubricidade e voltada a maquinários industriais. Com os lançamentos, a Carbono estima ainda ampliar a participação dos lubrificantes no faturamento da empresa, hoje restrita a 1,6%. "Os atacadistas viram nos lubrificantes de base vegetal um amplo mercado de vendas, especialmente junto às indústrias alimentícia, frigorífica, metalúrgica e hidroelétrica", revela Vera Gabriel.
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