Home English Mapa do site Fale Conosco
Home Novidades Notícias
NOTÍCIAS
Abrafati 2009
Na Mídia
Carboninho
Eventos
Campanhas
 
Veja Mais
Receba Novidades
TV Carbono
Pesquisadores
História da Carbono
Fale Conosco
 
 
Brasil é um dos cinco emergentes que mais recebem investimentos estrangeiros
   

Pesquisa foi apresentada na reunião mensal do Depar, que também apontou resultados da Sondagem CNI em três cidades paulistas


Paulo Francini
 
Nos últimos dez anos, o Brasil manteve-se entre os 18 países que mais receberam investimentos estrangeiros. Entre os emergentes, o Brasil está entre os cinco primeiros. "De 1995 até 2007, foram investidos US$ 284 bilhões em negócios no País", falou Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon), aos diretores regionais da Fiesp, em sua reunião mensal, no dia 9. "O mapa desses investimentos contempla especialmente a metalurgia básica, produtos alimentícios, celulose e papel", apontou Francini.

A reunião coordenada pelo Departamento de Ação Regional (Depar) mostrou ainda resultados de sondagem inédita da Confederação Nacional da Indústria (CNI) nos municípios de Presidente Prudente, Bauru e Jundiaí. A pesquisa, que revela o grau de confiança do empresário brasileiro, foi aplicada em parceria com instituições de ensino locais, sob a coordenação do Depar.

Conselhos Sesi/Senai
Os diretores viram os bons frutos do trabalho que realizaram à frente dos Conselhos Consultivos das Escolas Sesi e Senai na exposição feita pelo diretor do Departamento Regional de São Paulo dessas instituições, Luis Carlos Souza Vieira, que destacou a atuação dos 51 Conselhos, criados no âmbito das Diretorias Regionais, que somam cerca de 3 mil conselheiros. "Não conheço outra entidade de classe, no Brasil, que tenha tantos voluntários", assinalou Vieira.

A ação dos Conselhos, segundo ele, foi determinante para os saltos quantitativo e qualitativo nas duas instituições, que tiveram ampliações significativas na rede física e no volume de matrículas, da ordem de 20%. "A figura do diretor regional, que também preside o Conselho Consultivo Sesi/Senai, foi fundamental na interlocução com prefeitos e câmaras municipais", observou.

O diretor titular do Depar, Alexandre Serpa, também reconheceu a importância do trabalho dos conselheiros. "A ação dos conselheiros ajudou a nortear os investimentos do Sistema Fiesp nas duas entidades, que ultrapassaram a casa de 200%. O número de matrículas/ano ultrapassou um milhão", comparou Serpa.

Para o diretor do Depar, os colegiados criaram canais de interlocução com a sociedade, e especialmente com a municipalidade, no qual o empresário se envolveu e consagrou a sua identidade com a questão da educação e da formação profissional. "Os Conselhos fizeram um trabalho de prospecção e planejamento para o futuro, pensando antes no que vem pela frente. A indústria, quando ela entende o que faz, ela faz melhor", observou.

Não à CPMF
Ao final, o chefe de Relações Institucionais e Governamentais da Fiesp, Sérgio Barbour, voltou a pedir empenho dos diretores na coleta de assinaturas e adesões ao movimento que pede o fim da CPMF. "Continuem enviando mensagens aos senadores", disse Barbour, agradecendo a ação do Depar no movimento. Em 30 dias, o número de adesões, em abaixo-assinados, subiu de 8 mil para 132 mil assinaturas, destacou Barbour. "Em nossas reuniões, os diretores estão pedindo balcões de assinaturas. Eles estão mobilizando e indo às ruas. Há nisso alma de cidadania", completou Alexandre Serpa.

O presidente da Associação Industrial de Jandira (Assija), Reinaldo Pasqua, apresentou estudo sobre a participação do setor industrial para a formação do orçamento público dos municípios, a partir de um modelo ITM (Indústria Típica Metropolitana), criado naquela cidade.

 

 
Fonte: Fiesp
Selecione o segmento de mercado ao lado e veja os produtos
relacionados a ele que temos disponíveis para você.

 


© Copyright 2009 - CARBONO :: Fale Conosco :: 0800 19 33 27
Normas legais :: Política de privacidade :: Créditos